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Confira na galeria acima o processo passo a passo de demonstar o Galaxy S10 e pormenores do mais novo celular do momento! 

Nova acusação aponta indício de caixa 2 de ministro do Turismo

A investigação tem como um dos pressupostos a não declaração pelo partido da confecção de cerca de 25 mil santinhos da candidata Zuleide Oliveira

O procurador-regional Eleitoral de Minas Gerais, Angelo Giardini de Oliveira, instaurou nessa quinta-feira (7) uma investigação para apurar indícios de caixa dois na campanha do PSL-MG, comandado na época da campanha pelo atual ministro do Turismo de Jair Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio.
A investigação tem como um dos pressupostos a não declaração pelo partido da confecção de cerca de 25 mil santinhos da candidata Zuleide Oliveira.
O "Procedimento Preparatório Eleitoral", nome técnico da investigação, tem como base reportagem publicada pela Folha de S.Paulo nesta quinta mostrando que a candidata acusa o ministro de tê-la convidado a ser laranja na eleição, com pedido de devolução de verba pública do partido.
O procurador cita a reportagem na portaria em que determina a abertura de investigação e ressalta dois pontos.
Em primeiro lugar, que a prestação de contas dela foi apresentada, apesar de ela ter afirmado à Folha de S.Paulo não ter encaminhado os dados ao partido, o que, escreve Angelo Giardini, levanta "dúvidas quanto à autoria das informações declaradas".
Além disso, ele aponta que "não foram declarados à Justiça Eleitoral os santinhos mostrados na reportagem".
Zuleide guarda em sua casa pacote com cerca de 25 mil folhetos de propaganda eleitoral dela ao lado de Álvaro Antonio, que ela afirma ter recebido do partido.
O caixa dois eleitoral ocorre quanto candidatos ou partidos fazem gastos na campanha sem informar à Justiça Eleitoral. A prática, atualmente, é enquadrada no artigo 350 do Código Eleitoral (omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais), com pena de até cinco anos de prisão.
Angelo Giardini pediu ainda ao Tribunal Regional Eleitoral que suspenda a análise das contas da candidata e determinou o envio de ofício para que Zuleide preste depoimento e apresente os santinhos que têm em seu poder.
O procurador determinou ainda que a reportagem da Folha de S.Paulo seja encaminhada para a Promotoria Eleitoral de Belo Horizonte, que já investiga o caso na parte criminal.
A Polícia Federal, que já investiga as suspeitas de candidaturas-laranjas no PSL de Minas, também vai ouvir Zuleide Oliveira nos próximos dias.
A PF abriu inquérito no dia 27 de fevereiro em Minas para investigar as candidaturas do partido.
O caso levou à queda de Gustavo Bebianno -presidente interino do PSL nacional durante a campanha- da Secretaria-Geral da Presidência e deixou o ministro do Turismo em situação delicada.
Marcelo Álvaro Antônio nega que tenha cometido irregularidades e afirma que o PSL de Minas, que ele comandou e que hoje é dirigido por assessores indicados por ele, cumpriu estritamente a lei. Ele diz não se lembrar de ter se encontrado com Zuleide durante a campanha.
A candidata afirma que se reuniu pessoalmente com ele, em seu escritório parlamentara de Belo Horizonte, no dia 11 de setembro. Na ocasião, ele a teria convidado para ser laranja e para devolver R$ 45 mil dos R$ 60 mil da verba pública que o partido passaria a ela.
"Ele [ministro] disse pra mim assim: 'Então a gente vai fazer o seguinte: você assina a documentação, que essa documentação é pra vir o fundo partidário pra você. (...) Para o repasse ser feito, você tem que assinar essa documentação. E eu repasso a você R$ 60 mil, e você tem que repassar pra gente R$ 45 mil. Você vai ficar com R$ 15 mil para sua campanha. E o material é tudo por nossa conta, é R$ 80 mil em materiais'", afirmou a integrante do PSL, que foi inscrita para concorrer como deputada estadual. Sua candidatura acabou sendo indeferida pois ela tinha uma condenação judicial transitada em julgado devido a uma briga com outra mulher.
Ela é a primeira a implicar diretamente o hoje ministro no esquema de desvio de dinheiro público por meio de laranjas. Álvaro Antônio deve ser ouvido também pela PF. A reportagem teve acesso a emails e mensagens de áudio trocados por Zuleide com cinco dirigentes do PSL mineiro. O ministro nega que esse proposta tenha sido feita.
Como a Folha de S.Paulo mostrou em reportagens publicadas desde 4 de fevereiro, um grupo de quatro candidatas do partido recebeu R$ 279 mil, tendo tido votação ínfima. Parte desse dinheiro voltou para empresas de pessoas ligadas ao gabinete do hoje ministro. Como dirigente e principal político do partido no estado, Álvaro Antônio teve o poder de definir a chapa de candidatos e, em acordo com a direção nacional, o repasse da verba pública do partido.
O ministro do Turismo recorreu nesta quarta (6) da decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux que manteve na primeira instância em Minas Gerais a investigação sobre as candidatas laranjas do PSL.
A defesa de Álvaro Antônio quer que a apuração passe a tramitar perante o Supremo e pede para que Fux reconsidere a decisão anterior ou, se assim não fizer, envie o caso para deliberação do plenário, composto pelos 11 ministros.
Álvaro Antônio voltou a sustentar no recurso, chamado de agravo regimental, que as suspeitas que o envolvem referem-se a fatos ocorridos no exercício de seu mandato como deputado federal, o que lhe daria prerrogativa de foro especial.
No ano passado, o Supremo restringiu o foro especial dos parlamentares federais a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.
Diferentemente do que alega a defesa, o ministro Fux entendeu que a investigação trata de questões exclusivamente eleitorais, sem relação com o mandato do então deputado, e determinou que o inquérito prosseguisse em Minas.
Álvaro Antônio se reelegeu em 2018. Ele se licenciou do mandato para assumir o Ministério do Turismo no governo Jair Bolsonaro (PSL).
No recurso protocolado no STF nesta quarta, a defesa do ministro do Turismo destaca um trecho de uma das reportagens da Folha de S.Paulo que diz que ele "direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara". "Salta aos olhos a estreita vinculação das condutas investigadas com o cargo parlamentar exercido pelo agravante [Álvaro Antônio]", afirma. Com informações da Folhapress.

Agente prisional perde cargo por R$ 100 e é condenado por peculato

Além de perder o emprego, o agente foi condenado a prisão, ao pagamento de 10 dias-multa e prestação de serviços à comunidade

Por causa de R$ 100 subtraídos de dois detentos, durante uma revista na cadeia de Campo Novo do Parecis (396 kms a nordeste de Cuiabá), um agente penitenciário perdeu o cargo e foi condenado pelo crime de peculato, em decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O caso aconteceu em 2012, quando, segundo a acusação, o servidor público, durante uma revista, pegou o dinheiro de dois prisioneiros que haviam ingressado no sistema.
Além de perder o emprego, o agente foi condenado a dois anos de prisão, ao pagamento de 10 dias-multa e prestação de serviços à comunidade.
As informações foram divulgadas pela Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
O desembargador e relator do caso, Rondon Bassil Dower Filho, argumentou que peculato configura-se quando o servidor público altera o destino da coisa pública ou particular, em razão do cargo que ocupa, empregando-a em fins que não o próprio.
"Assim, se comprovada está a condição de servidor público, e restando provado, como se viu, que devido a sua condição de agente penitenciário, se apoderou ilegalmente de quantia em dinheiro dos detentos, que deveriam estar sob a guarda do Estado", pontuou o magistrado em seu voto.
Segundo o processo, no dia 9 de outubro de 2012 dois homens foram presos e encaminhados para a cadeia pública de Campo Novo do Parecis e passaram pela revista de rotina. Os presos tinham R$ 50, cada um, e os valores foram confiscados pelo agente, que estava sozinho no momento da revista.
Ao procurar o setor administrativo da cadeia, as vítimas descobriram que o dinheiro não havia sido repassado. Ainda conforme os autos, uma das vítimas resolveu procurar o agente, que chegou a ameaçá-lo dizendo 'que se ouvisse essa conversa novamente, iria dar pra cabeça'. Por isso, o detento foi à direção da cadeia e solicitou que fosse registrado um boletim de ocorrência.
O agente foi condenado em primeira instância e recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que manteve a condenação.
"De notar que agiu com total acerto a julgadora, pois, em que pese o fato de o valor subtraído ser de pequena monta (R$ 100), trata-se de caso sui generis, pois a gravidade da conduta reside na natureza do cargo, qual seja, agente penitenciário, ou seja, aquele que com mais zelo deveria primar pelo cumprimento de normas por parte dos detentos, e não aproveitar-se de sua função para subtrair-lhes valores ou bens", ponderou o relator no seu voto. Com informações do Estadão Conteúdo.

Golpe no WhatsApp promete vagas de emprego na Havan e rouba dados

Objetivo dos criminosos é colher informações sensíveis dos usuários do mensageiro, como dados pessoais e bancários

Um novo golpe no WhatsApp oferece vagas de emprego na loja de departamento Havan, enquanto rouba os dados de suas vítimas. A informação foi divulgada pela empresa de segurança PSafe, através do laboratório de cibersegurança DFNDR Lab.

A abordagem ocorre por meio do repasse de uma mensagem pelo WhatsApp. O texto diz haver 109 vagas de emprego na Havan com salários de R$ 1.799. E orienta os interessados a clicarem num link para se cadastrar. Os usuários que clicam no link são direcionados para uma página falsa.
Este tipo de golpe é chamado de phishing e tem o intuito de colher informações sensíveis, como dados pessoais e bancários do dispositivo.
Para não cair neste tipo de golpe, evite clicar em links, mesmo se forem repassados por amigos e familiares. Neste caso, para confirmar as vagas de emprego, os usuários podem recorrer ao site do estabelecimento.

 

Bolsonaro escolhe 'Pátria Amada, Brasil' como slogan de governo

A frase é acompanhada de uma imagem estilizada da bandeira do país

Eleito com uma campanha em que explorou um discurso nacionalista, ele optou por usar o último verso do Hino Nacional Brasileiro como a marca de sua administração: "Pátria Amada, Brasil".
A frase é acompanhada de uma imagem estilizada da bandeira do país, na qual o círculo central se assemelha ao nascer do sol.
O símbolo foi publicado pelo presidente nas redes sociais. Ele ressaltou que a imagem foi produzida pela Secretaria de Comunicação Social.
"A parte mais importante é que a divulgação está sendo lançada na internet com custo zero, economizando mais de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos se fosse realizada pelos canais tradicionais de televisão", escreveu.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) também optou por um símbolo ufanista em seu mandato. Ele adotou o slogan "Ordem e Progresso", inscrição na bandeira do Brasil.
Antes dele, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) preferiu sintetizar no slogan a intenção de priorizar a área da educação: "Brasil, Pátria Educadora". Com informações da Folhapress.

Um competente trabalho da SECOM onde expõe a nova logo marca do Governo Federal. A parte mais importante é que a divulgação está sendo lançada na internet com custo zero, economizando mais de R$1,4 mi aos cofres públicos, se a ação fosse realizada pelos canais tradicionais de TV.
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Metrô e CPTM terão aumento na tarifa; valor vai a R$ 4,30

O Governo do Estado de São Paulo informou na manhã desta quinta-feira (3) que a tarifa para ingresso no sistema metropolitano de São Paulo, composto por linhas do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), sofrerá reajuste de R$ 0,30 a partir do dia 13 de janeiro. Dessa forma, de R$ 4, a passagem passará a custar R$ 4,30.
A medida acompanha a mudança já anunciada pela Prefeitura de São Paulo para os ônibus da capital, que terão o mesmo reajuste. Esta deve passar a valer no dia 7 de janeiro, mas pode ser adiada para o dia 13 para acompanhar a mudança do transporte sobre trilhos.
O aumento, de 7,5%, é acima da inflação que, pelo IPCA acumulado de 2018, ficou em 3,59%. Se aplicada nos atuais valores das tarifas, o reajuste ficaria próximo a R$ 4,15. Tanto prefeitura quanto governo estadual defendem que o reajuste é necessário para manter o sistema e repor perdas dos últimos anos.

Sem acordo

Na quarta-feira (2), o governador João Doria (PSDB) afirmou que "faltou coragem" do governo anterior, de Márcio França (PSB) para anunciar o reajuste. Durante o governo de transição, que se iniciou após o segundo turno das eleições, em outubro, as equipes não chegaram a um acordo sobre o aumento, que costuma ser anunciado antes do fim do ano.

Secretário da Receita defende redução de alíquotas de IR

O novo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, defendeu uma redução das alíquotas do Imposto de Renda para empresas e para pessoas físicas, mas também a criação de alíquotas adicionais para os detentores de rendas maiores.
“Precisamos compatibilizar o IR com o que está acontecendo no resto do mundo”, afirmou Cintra a jornalistas, após participar da cerimônia de posse do ministro da Economia, Paulo Guedes.
Cintra descartou, no entanto, esforços para adotar uma alíquota única de IR, defendendo que o sistema tributário precisa “garantir alguma progressividade”.
Cintra disse ainda que o ajuste fiscal “vai determinar o nível de isenção [de IR] para baixa renda”.